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É isso mesmo caro leitor, estamos de luto. Essas quatro pequenas e quase insignificantes letras do alfabeto representam uma perda tamanha no que se refere à qualidade dos jogos aqui textualmente representados e analisados.
Guarde esta data: 13 de Março de 2007, curiosamente e coincidentemente, Dia do Sogro, morre a bola. Ela que em tantos momentos nos fizeram vibrar em lances mágicos, que nos fizeram berrar por lances absurdamente bizarros e que, por vezes, nos fizeram gargalhar por lances ridículos. A dona do jogo, literalmente, a bola da vez.
Um lance proibitivo, uma jogada digna de nenhuma dignidade. Uma espirrada para fora da área, ela sobra. K. A. Lel domina, amacia e explode em um chute, o qual sistematicamente ruma para fora das arestas limítrofes do tão almejado gol. Cai morta, em desalinho, suplicando por um analgésico. Nesse momento, ouve-se apenas o “Ssss”, que certamente era o princípio de uma súplica de “Salve-me”. Atônitos, os jogadores gritam por atendimento médico, mas de nada adianta.
Descanse em paz, ó pequena esfera.
Bola, * (data desconhecida) † 13/03/2007.

